2018

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Janeiro 2018 – Passeio pelo hotel Monreale resort.

Ainda estamos em janeiro, ufa! Ou seja, o ano acabou de começar!  Dizem por ai que vai ser um ano ótimo, se vc procurar na astrologia, no horóscopo chinês..

Mas sabe o que importa: é acreditar que vai ser um ano bom.

Todos os anos eu determino algumas mudanças de hábitos que me incomodam. Como por exemplo voltar a ler mais livros, escrever mais aqui no meu blog, ou atualizar o meu site (fazem alguns anos que o site está esquecido!). Ou seja, eu já tenho tudo isso em mente.

A minha ideia é criar planos de como fazer o que eu quero e não só o que eu quero, assim muda o pensamento, a forma de encarar.

Esse post vai ser meio vazio, sem nenhuma historia efetiva para contar, ele serve para dar um primeiro passo no meu plano de manter esse site vivo, o “livro” das minhas histórias.

Apareça sempre por aqui querido leitor, e diga ai, vc tem metas para esse ano? Para a vida? Como vc faz essa listinha e acompanha?

Aqui segue um link de um vídeo que eu gostaria de compartilhar com vc sobre isso!

Fiquem em paz! Feliz 2018!

Qual é o seu nome?

Essa foi a pergunta que mais ouvimos durante a nossa viagem à Monte Verde. Não era para a gente, era a pergunta da Sarah para quase todos que trocavam algum olhar com ela.

E não satisfeita ela perguntava o nome de todos da família até que pedissemos para parar ou a pessoa se desinteressava pq ela repetia algumas vezes e perdia a graça.

Esse vai ser o meu primeiro registro da viagem. Pq eu não quero esquecer os nomes e as relações.

Na primeira noite, assim que chegamos tinha outra família recém chegada ao hotel. Todos esperando pela hora do jantar na área infantil que seria servido às 19 horas! (Estamos mais cansados só que com fome!) O pequeno local estava bem bagunçado por conta do recente feriado emendado movimentado, e a Sarah fez a sua primeira pergunta ao pequeno daquela família: Matheus.

Depois fomos todos para o restaurante jantar. Sarah já estava enturmada com o Matheus de uma forma que eu nunca havia visto. A Sarah demora muito para explorar lugares, ela sempre analisa tudo para depois se soltar. Mas ela estava tão feliz por estar no “quarto do hotel” que sua reação estava totalmente diferente (não podemos criar nunca expectativas com as crianças, elas sempre nos surpreendem!)

Sem ao menos chegar ao fim do jantar surgiu outra criança, uma menina do tamanho da Sarah (só que quase um ano mais nova!) . Ela já chegou perto e perguntou o nome, Manu, respondeu a mãe da menina ainda envergonhada. A Sarah imediatamente virou para a mãe e perguntou o nome dela também: Érica.

Na manhã seguinte, durante o café da manhã conhecemos o Moisés, o garçom. Diego, o recepcionista.

Numa daa refeições, já não me recordo qual, conhecemos a Thessiane, filha da Maria e do Marcos. Com avós Francisco e Iraci! (Como ela perguntou o nome da família toda e a moça respondeu, eu ainda não esqueci!!)

Mas também disse o nome dos dela: Minha mãe é Aline e o meu pai é o Fernando. E essa é a resposta curta, pois o que ela gostava mesmo era de pronunciar o nome completo de todos nós, incluindo o dela. Enquanto ela fala olha pra gente com um olhar carinhoso e um sorriso enorme no rosto e nós dois ficamos bobos.

Quando a Thessiane falou seu nome a Sarah lembrou na hora da Thes e do Woody do filme da escola. Vc sabe qual é?!

Depois ela falava da vovó Sueli, da vovó Helena, do vovô César e do vovô José.

Tbem conhecemos o José, garçom e o outro recepcionista o Júnior que ao invés de falar o nome da mãe, disse que ela havia falecido!

Voltamos e ainda eu não a ouvi fazer isso. Aí refleti e lembrei que assim que chegamos ao fazer o check in eu perguntei ao recepcionista o seu nome. É isso, crianças nos imitam em tudo!

2 pequenas histórias – Sarah 3 anos e 5 meses.

A saga do cocô acabou no dia 29 de março

Não sei o que aconteceu, mas no meio do caminho do desfralde a Sarah resolveu que só ia fazer n2 na fralda. Segurava o dia inteiro e chegamos a ter alguns pequenos problemas no meio do caminho tentando força-la a usar o penico/privada até que resolvemos deixar no tempo dela.  A ultima “chantagem” foi que ela só teria a festa dela de aniversário (que ela fala todos os dias!) se ela usasse o penico e parasse de chupar o dedo (essa é outra história) e ficamos por isso.

Eis que neste dia, 29 de março, estava eu voltando do trabalho, quando recebo uma mensagem de áudio da pequena! (Ela não é tecnológica, a mensagem veio pela Cida, minha mão direita!)

– Mamãe, fiz cocô no penico!!

Eu fui a mãe mais boba do mundo e ali mesmo, na calçada dos restaurantes badalados, comecei a compartilhando com amigas que sabiam do meu drama.
Daquele dia até hoje, maio, não tivemos nenhum retrocesso, só sucesso!!

Numa manhã de abril

Na nossa leitura noturna, um dos seus livros falam de monstros que querem relaxar. No final da leitura eu inventei uma música que cantamos algumas vezes e logo depois ela dormiu e eu tbem.

No dia seguinte, logo cedo fomos contar a historia para o papai. E ela cantou a musica que eu nem lembrava direito!

“Somos os monstros, somos amigos, nós queremos relaxar!

Somos os monstros, somos amigos, nós queremos cantar! ” 

Cantamos essa música agora todo o tempo, com ou sem o livro!