Livros e uma pequena reflexão

No segundo semestre de 2017 fiz um post dizendo das minhas metas de leitura do ano, se vc não leu vai lá – clique aqui.

Bem, eu QUASE consegui realizar a minha meta, por apenas 1 livro. A principio isso me deixou um pouquinho frustada, afinal eu “poderia ter me esforçado” mais. E vou dizer que essa micro cobrança pode ter me acompanhado por meses a fio, de que eu devo sempre realizar as minhas metas que eu coloco para mim mesma (isso é uma conversa com a terapeuta)

Mas caralho, eu li 23 livros em um ano gente!

Uma pessoa que trabalha 8/9 horas diárias, que fica 3 horas em transito, que tem uma filha linda para curtir, um marido para amar, amigos para curtir e milhões de outras coisas mais para fazer diariamente está lendo quase 2 livros por mês!

Bem, eu amo ler, de verdade! Para terminar de ler um livro, eu já quase virei a noite, acordei de madrugada, atrasei para chegar ao trabalho, andei mais algumas estações no metrô.

Esse ano sigo lendo, quase todos os dias um pouquinho. Tenho uma lista imensa de livros já comprados, físicos e no kindle, mas sempre acabo comprando um novo para essa coleção, mesmo dizendo para mim mesma: “não compre mais até terminar de ler aqueles que já comprou”. Mais alguém faz isso além de mim e da minha mãe?

Te tanto gostar de livros, leio histórias para Sarah antes de dormir. Sempre foram histórias curtas, para a idade dela, com poucas frases e muita figura. Mas há uma semana mais ou menos venho lendo Alice no país das maravilhas para ela. Um livro sem figuras e demanda muito da imaginação. Ela fecha os olhos, diz que está me escutando e no final da terceira página ou antes, ela já está dormindo. Mas no dia seguinte, ela lembra dos detalhes que eu li no dia anterior: da luva e do leque que o coelho perdeu. E esse ritual tá me deixando a mãe mais babona desse mundo.

Só digo uma coisa: leiam, por vocês e por seus filhos. Não importa quantos e o quê!

Qual é o seu nome?

Essa foi a pergunta que mais ouvimos durante a nossa viagem à Monte Verde. Não era para a gente, era a pergunta da Sarah para quase todos que trocavam algum olhar com ela.

E não satisfeita ela perguntava o nome de todos da família até que pedissemos para parar ou a pessoa se desinteressava pq ela repetia algumas vezes e perdia a graça.

Esse vai ser o meu primeiro registro da viagem. Pq eu não quero esquecer os nomes e as relações.

Na primeira noite, assim que chegamos tinha outra família recém chegada ao hotel. Todos esperando pela hora do jantar na área infantil que seria servido às 19 horas! (Estamos mais cansados só que com fome!) O pequeno local estava bem bagunçado por conta do recente feriado emendado movimentado, e a Sarah fez a sua primeira pergunta ao pequeno daquela família: Matheus.

Depois fomos todos para o restaurante jantar. Sarah já estava enturmada com o Matheus de uma forma que eu nunca havia visto. A Sarah demora muito para explorar lugares, ela sempre analisa tudo para depois se soltar. Mas ela estava tão feliz por estar no “quarto do hotel” que sua reação estava totalmente diferente (não podemos criar nunca expectativas com as crianças, elas sempre nos surpreendem!)

Sem ao menos chegar ao fim do jantar surgiu outra criança, uma menina do tamanho da Sarah (só que quase um ano mais nova!) . Ela já chegou perto e perguntou o nome, Manu, respondeu a mãe da menina ainda envergonhada. A Sarah imediatamente virou para a mãe e perguntou o nome dela também: Érica.

Na manhã seguinte, durante o café da manhã conhecemos o Moisés, o garçom. Diego, o recepcionista.

Numa daa refeições, já não me recordo qual, conhecemos a Thessiane, filha da Maria e do Marcos. Com avós Francisco e Iraci! (Como ela perguntou o nome da família toda e a moça respondeu, eu ainda não esqueci!!)

Mas também disse o nome dos dela: Minha mãe é Aline e o meu pai é o Fernando. E essa é a resposta curta, pois o que ela gostava mesmo era de pronunciar o nome completo de todos nós, incluindo o dela. Enquanto ela fala olha pra gente com um olhar carinhoso e um sorriso enorme no rosto e nós dois ficamos bobos.

Quando a Thessiane falou seu nome a Sarah lembrou na hora da Thes e do Woody do filme da escola. Vc sabe qual é?!

Depois ela falava da vovó Sueli, da vovó Helena, do vovô César e do vovô José.

Tbem conhecemos o José, garçom e o outro recepcionista o Júnior que ao invés de falar o nome da mãe, disse que ela havia falecido!

Voltamos e ainda eu não a ouvi fazer isso. Aí refleti e lembrei que assim que chegamos ao fazer o check in eu perguntei ao recepcionista o seu nome. É isso, crianças nos imitam em tudo!

Livros que eu li no primeiro trimestre de 2017

Este ano uma das minhas pequenas metas é voltar a ler mais, o meu objetivo inicial é ler 2 livros por mês. Neste primeiro trimestre eu consegui essa proeza, mas não vou mentir, cinco deles foram livros que eu iniciei no ano passado (2016) e não havia terminado ainda.

Clicando no nome do livro, vc pode acessar o perfil do livro no Skoob, lá tem a resenha e as opiniões de muitos leitores, entre lá tbem e podemos discutir mais sobre livros!

Eu vou contar um pouquinho do que eu gostei, ou não, deles aqui!

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João e Maria, de Neil Gaiman e Lorenzo Mattotti

Esse conto de fadas acho que a maioria deve conhecer, mas o que eu gostei mais foi no final do livro que ele explica a origem desses contos e como ele se relacionava com a vida real de uma época. As ilustrações são incríveis! Na época eu comprei pois fui viajar para Curitiba e lá tem um pequeno parque (Bosque do Alemão) com uma trilha com a história, tem até a casinha da bruxa. E, gente, essa história é triste demais para as crianças! Sim, só me toquei estando com a minha filha ao lado!

 

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Bruxa da Noite, de Nora Roberts

Eu comprei esse livro, junto com os outros dois, pois faz parte de uma trilogia, numa promoção do Kindle. Comecei a ler uma amostra e ele ( o livro) me pegou por  ser uma historia que tem como fundo o país de Gales e magia. Mas como foi difícil de ler. A protagonista da história não me convenceu e o romance cheio de dramalhão me tirava do sério. Vou demorar para conseguir ler os outros dois….

 

 

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Por que fazemos o que fazemos, de Mario Sergio Cortella

Eu acho que esse é o ultimo livro do Cortella. As vezes acho que ele é o meu amigo , do jeito que ele fala na TV ou na rádio, é muito próximo do telespectador ou ouvinte. E foi assim que eu me senti lendo o livro dele, um bate papo com ele no bar. Vale para refletir sobre o que somos ou queremos.

 

 

 

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O Xangô de Baker Street, de Jô Soares

O começo de livro era um déjà vu pra mim: eu já li isso; mas não lembrava a historia. Uma leitura bem agradável com descrição de pontos históricos do Rio de Janeiro. Eu gosto bastante quando tem referencias de lugares que eu conheço, me transporto para lá dentro da história.

 

 

 

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O Orfanato da Srta. Peregrine Para Crianças Peculiares, de Ransom Riggs

Comprei apenas este livro por conta do filme do Tim Button que estava para estrear na época. Acredita que eu não vi o filme ainda!? Achei a narrativa falha, eu conseguia saber o que vinha em seguida nos acontecimento. Mas as “crianças” são fofas demais e eu não vejo a hora de ler o restante da trilogia!

 

 

 

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Malvarrosa, de Tati Lopatiuk

Esse livro eu comprei por conta da autora! Eu acompanhei os blogs dela por alguns anos e o jeito de escrever sempre me encantou. Bem, ela já tinha um perfil no Wattpad (se vc não conhece esse aplicativo, vá dar uma espiadinha). Mas eu não tive a oportunidade de ler por lá, agora ela está lançando livros na Amazon! Esse livro é curtinho e li num “sonho”.

 

 

 

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Invisívelm de Tati Lopatiuk

Esse é o segundo livro da mesma autora lançado pela Amazon. Eu me apaixonei pela historia e pelo protagonista. Mas todos somos um pouco invisíveis, principalmente nessa grande cidade de SP!