Livro: O sol é para todos.

 

Bem, dentre os livros que eu li este ano o que mais me marcou foi ” O Sol é para todos”, escrito pela autora Harper Lee, ganhador do prêmio Politzer de 1961.

Toda a perspectiva da narrativa é feita pela filha do advogado de uma pequena cidade dos EUA em meados de 1930. De uma forma  sutil trata da conscientização das crianças sobre o racismo e a injustiça. Ou seja, problemas que enfrentamos até hoje, talvez apenas de uma forma menos escancarada.

Queria escrever muito mais sobre ele aqui, mas eu realmente gostaria que você, meu amigo(a), se ainda não leu, faça-o.

Aqui segue o link para onde está o melhor preço, mas tenho certeza que vc deve achar boas edições no sebo ou escolher a forma de um e book.

Tenham um ótimo final de semana!

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Livro: Blecaute – Marcelo Rubens Paiva

Foto de Fernanda Maeda

Foi sem querer que esse livro veio parar nas minhas mãos. Não estava na minha estante e nem foi planejada a compra dele. Simplesmente uma amiga minha tinha acabado de le lo no mesmo dia em que eu estava na duvida sobre o que eu ia ler. E foi nesse intervalo onde tudo é duvida, quando eu pego um livro, leio a primeira página e não me apaixono e pulo para outro que ele me apareceu.

Dois motivos me fizeram aceitá-lo logo de cara, primeiro: o autor, Marcelo Rubens Paiva,  já tinha me conquistado nos livros Feliz Ano Novo e Malu de Bicicleta e o segundo é um livro fino e fácil de carregar, em uma semana seria devorado na certa.

Sinopse

Três jovens universitários, Martina, Mário e Rindu, fazem uma expedição às cavernas do Vale do Ribeira. Uma tempestade alaga as cavernas e os impede de sair por alguns dias. As águas baixam e eles finalmente conseguem sair. Ao chegar em São Paulo descobrem que todas as pessoas estão paralisadas, duras, como bonecos-de-cera, sem respiração e que são as únicas pessoas vivas da cidade. O livro mostra o comportamento dos três em meio às dúvidas, às dificuldades, à saudade e à necessidade de sobreviver. Retirado da Wikédia.

Meu relato

Enquanto lia o livro, conseguia me transportar para cada ponto da cidade de São Paulo em seus mínimos detalhes. Se alguém que não conhece a cidade, eu indico esse livro. Mesmo que nele a cidade esteja totalmente diferente da habitual; está tudo morto e sem movimento, afinal trata-se de um romance.

O que também me cativou foi a relação entre os três personagens que chega a ser intrigante, principalmente porque vemos tudo pelo ponto de vista do Rindu, a narrativa é em primeira pessoa, e ele que relata todos os fatos, assim não fica claro o que os outros dois personagens estão pensando sobre tudo. Fica no ar o tipo de amor que um sente pelo outro, principalmente entre Mário e Rindu.

E o que não sai da minha memória é a Avenida Paulista inteirinha vermelha.

Vou parando por aqui se não eu vou contar a história inteira.

Já tenho o próximo livro do mesmo autor na estante a espera, comprei na 22º Bienal do Livro, assunto para o próximo post.

Boa leitura.