Theatro Municipal de São Paulo

Na semana passada tive a oportunidade de ir ver um espetáculo na manhã de domingo no Theatro Municipal de São Paulo.

Já tinha ido uma ou duas vezes, mas dessa vez foi especial por alguns motivos. (Sempre é especial passear!)

O primeiro de todos é a recém restauração do Theatro; o resultado está  incrivel, os painéis, vitrais, portas, tudo muito brilhante e cheio de detalhes. Parabéns para todos os técnicos envolvidos!

Segundo porque o marido não tinha ido lá ainda, claro que depois de uma visita nossa no início do ano ao Theatro Municipal do Rio de Janeiro, o Theatro de São Paulo fica bem pequenino e sem tanta pompa. Mas ele tbém é rico em detalhes que merecem ser valorizados.

E o final é que antes de ir ao espetáculo pesquisei sobre o que seria apresentado e  fiquei muito feliz em saber que a segunda parte seria apresentada  “Os Planetas”  de Gustav Holst.  Músico entusiasta em astrologia. Assim,  como vocês podem imaginar, esta obra retrata as características astrológicas de cada planeta.  Quem se interessar mais pode ler esse post minucioso sobre essas relações e descobrir ainda que algumas desses trechos são apresentados em alguns filmes que assistimos.

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Programação do Theatro aqui: clique!

Livro: Blecaute – Marcelo Rubens Paiva

Foto de Fernanda Maeda

Foi sem querer que esse livro veio parar nas minhas mãos. Não estava na minha estante e nem foi planejada a compra dele. Simplesmente uma amiga minha tinha acabado de le lo no mesmo dia em que eu estava na duvida sobre o que eu ia ler. E foi nesse intervalo onde tudo é duvida, quando eu pego um livro, leio a primeira página e não me apaixono e pulo para outro que ele me apareceu.

Dois motivos me fizeram aceitá-lo logo de cara, primeiro: o autor, Marcelo Rubens Paiva,  já tinha me conquistado nos livros Feliz Ano Novo e Malu de Bicicleta e o segundo é um livro fino e fácil de carregar, em uma semana seria devorado na certa.

Sinopse

Três jovens universitários, Martina, Mário e Rindu, fazem uma expedição às cavernas do Vale do Ribeira. Uma tempestade alaga as cavernas e os impede de sair por alguns dias. As águas baixam e eles finalmente conseguem sair. Ao chegar em São Paulo descobrem que todas as pessoas estão paralisadas, duras, como bonecos-de-cera, sem respiração e que são as únicas pessoas vivas da cidade. O livro mostra o comportamento dos três em meio às dúvidas, às dificuldades, à saudade e à necessidade de sobreviver. Retirado da Wikédia.

Meu relato

Enquanto lia o livro, conseguia me transportar para cada ponto da cidade de São Paulo em seus mínimos detalhes. Se alguém que não conhece a cidade, eu indico esse livro. Mesmo que nele a cidade esteja totalmente diferente da habitual; está tudo morto e sem movimento, afinal trata-se de um romance.

O que também me cativou foi a relação entre os três personagens que chega a ser intrigante, principalmente porque vemos tudo pelo ponto de vista do Rindu, a narrativa é em primeira pessoa, e ele que relata todos os fatos, assim não fica claro o que os outros dois personagens estão pensando sobre tudo. Fica no ar o tipo de amor que um sente pelo outro, principalmente entre Mário e Rindu.

E o que não sai da minha memória é a Avenida Paulista inteirinha vermelha.

Vou parando por aqui se não eu vou contar a história inteira.

Já tenho o próximo livro do mesmo autor na estante a espera, comprei na 22º Bienal do Livro, assunto para o próximo post.

Boa leitura.

Final de semana – MASP

Se você não souber o que fazer no final de semana, fica em casa assistindo filme ou vai demais ao shopping. Que tal mudar um pouco a rotina?

No começo do ano eu resolvi que tentaria ir pelo menos uma vez por mês em alguma exposição que esteja acontecendo na cidade (não foi meta de virada de ano, rs) . Acredita que tem museus que eu ainda não conheço? Percebi isso no começo do ano que passei alguns dias no Rio de Janeiro – cidade do marido. E o tempo todo chuvoso optamos por passeios culturais – e foi tudo lindo!

No feriado de junho fomos no MASP – está lindo demais, cheio de exposições.  A visita já vale a pena pelo própria arquitetura – projetado pela arquiteta Lina Bo Bardi. O interessante que sempre passamos na frente, em baixo, tiramos fotos mas raramente entramos para ver as exposições.  Feriado, cidade vazia, vamos lá!

No mesmo local está em cartaz 5 exposições  – nós vimos tudo em quase três horas.  E para ser sincera, fiquei com gostinho de quero mais! Mas fomos lá especificamente para duas e apenas nelas que demos mais atenção; portanto dá para ficar tranquilamente mais de cinco horas.

Vamos ver qual vai ser do próximo mês. Tem alguma sugestão?